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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O BANHO COM KURT (continuação de "AO AR LIVRE")




elizabeth querida, quanta saudade. adorei receber notícias suas. que bom que saiu tudo conforme você havia planejado.
por aqui tudo bem. desculpe minha ausência, tive uns pequenos problemas. nada alarmante.
em sua última carta, você foi bastante enfática. então, me rendo. não insista mais: vou contar como foi o banho com kurt. vamos lá:
chegamos em casa completamente encharcados pela chuva, que nos pegou de surpresa no meio do caminho. as toalhas que peguei para tentar tirar o excesso de água não foram suficientes.
– acho que vamos ter de ir para o banho, sugeriu kurt. 
– sim, é por aqui, respondi indo em direção ao banheiro. 
levei-o até a porta.
– você não vai me deixar aqui sozinho.
kurt me puxou para dentro do banheiro.
enquanto nos beijávamos, tiramos a roupa apressadamente e fomos para o chuveiro. a água caiu quente e farta. ali embaixo, kurt me abraçou e me beijou novamente.
a água esquentava nossos corpos ainda gelados por causa da chuva. kurt passava as mãos nos meus cabelos molhados.


seus dedos foram descendo pelo meu corpo. beijava meu pescoço, mordia minha orelha. logo seus dedos chegaram ao meio das minhas pernas. ele sentiu que eu já estava excitada.

parou de me beijar e me empurrou na parede. a ducha de água caia na minha frente, kurt ajoelhou. a água corria pelas suas costas. ele abriu minhas pernas e olhou minha boceta molhada. abriu devagar com os dedos os grandes lábios que já estavam inchados e quentes. meu clitóris ficou à mostra. ele,então, lambeu. passou a língua e sentiu que meu corpo estremecia ao seu toque.
levantou e me virou de costas. agora a água caia na minha bunda. eu me empinei em sua direção. ele enfiou novamente os dedos na minha boceta molhada.
abri mais ainda minhas pernas. ele pegou o xampu que estava na prateleira e derramou na minha bunda. o líquido escorreu e ele levou o xampu até meu cu.
desligou a água do chuveiro.
kurt então esfregou bem o xampu no meu cuzinho. devagar enfiou um dedo. dois dedos, três e eu fui abrindo o cu pra ele. até que ele sentiu que eu estava pronta pra ele. tirou os dedos. o xampu ajudou o pau escorregar fácil para dentro de mim.


eu gemi de prazer.
kurt penetrou e ficou lá, paradinho, me fazendo sentir seu pau latejando. começou então um movimento lento, tirou e enfiou o pau novamente. segurava minha cintura com força. eu estava louca de tesão.
– isso kurt, mete com força no meu cuzinho, eu disse gemendo. 
e ele metia.
– minha puta gostosa, sente meu pau dentro de você? perguntava quase rosnando.
eu sentia ele todo.
kurt deu várias estocadas com força. eu empurrava minha bunda em sua direção. sentia o pau rasgando minhas entranhas.
seu movimento ficou rápido até que ele gozou. senti a porra enchendo meu cu enquanto ele gemia de tesão.
kurt ligou novamente o chuveiro. eu tremia de prazer. senti cada estocada, quase gozei junto.
ele me virou de frente pra ele e me beijou a boca. a água escorria quente, lavando tudo. ele pegou novamente o xampu derramou em meus cabelos.
lavou com carinho. enxaguou. pegou o sabonete, fez espuma na esponja e passou pelos meus ombros.
foi descendo até meus seios. lá demorou um pouco mais passando levemente a esponja pelos meus mamilos excitados.


desceu pela minha barriga. nessa hora eu peguei a esponja da sua mão e passei a ensaboá-lo.
deixei a espuma cair no seu pau. ainda estava armado. larguei a esponja e com a mão lavei o pau dele na água que caia. para tirar toda a espuma comecei a fazer uma massagem. o pau ficou ainda mais duro.
eu ajoelhei. fiquei com a água caindo em meu rosto. mais uma vez ele desligou o chuveiro. eu enfiei o pau na boca.
chupei o pau de kurt com fome. senti na minha garganta. eu lambia e chupava. uma chupada forte e saborosa. até que ele gritou que ia gozar novamente.
tirei o pau dele da boca e deixei ele gozar na minha cara.
espalhou a porra pelo rosto todo. eu fiquei ali olhando pra ele enquanto ele jorrava esperma em mim.
até que liguei novamente o chuveiro e a água levou tudo mais uma vez.
levantei e finalmente terminamos o banho. saímos do chuveiro e nos enrolamos nas toalhas. eu queria mais. queria gozar nele. mas, ai, já é outra história...
na próxima carta te conto o fim disso tudo minha querida elizabeth. um grande beijo, sua eterna, M.R.



domingo, 22 de dezembro de 2013

AO AR LIVRE



elizabeth, como você está? sinto saudades imensas. como está seu bebê? seu marido? espero que bem. resolveu aquele seu “probleminha” com daniel? acredito que sim, você sempre foi muito prática.
querida, respondendo a sua pergunta: sim. era kurt o nome dele. ele mesmo, o rapaz moreno, dos cabelos despenteados.
ah kurt...ele tinha aquele jeitinho de garoto, os olhos profundos e umas pernas que me tiravam o fôlego.
lembro do dia que ele chegou para morar aqui perto. quase vizinho. ele se apresentou muito gentilmente, estava meio atrapalhado entre os móveis da mudança. carregava o violão com muito cuidado.
foram poucos dias para a gente se conhecer melhor. até chegar aquela tarde em que ele me encontrou colhendo flores próximo ao córrego que passa aqui atrás.
elizabeth, vou te contar:
acordei tarde naquela manhã. estava com uma dor de cabeça inexplicável. tomei um café bem forte, comi alguma coisa. passei o dia andando de um lado para o outro nessa casa enorme. não consegui escrever, nem ler, nem nada. um aperto no coração me deixava inquieta. descobri mais tarde que já era a ansiedade causada por kurt, mas até aquele momento não havia pensado nisso.
resolvi dar uma boa caminhada pelas trilhas da floresta que cresce aqui atrás do meu terreno. a ideia era me perder entre as árvores. um pouco cansada resolvi colher algumas flores e sentar para observar as pequenas ondinhas que se formam no lago durante a tarde. um vento frio ajudava na formação da marola.
nesse momento fui surpreendida por uma canção que vinha próximo dali. fui andando até lá e encontrei kurt cantando embaixo de uma árvore. uma música suave,  quase dolorida, numa voz baixa.
fiquei observando sem ele perceber minha presença. cantava quase de olhos fechados. alguns minutinhos se passaram e ele finalmente me viu.
levantou rapidamente e foi em minha direção:
– querida, não a vi ai antes. venha, sente-se ao meu lado.

sentei. ele então pegou novamente o violão e voltou a cantar. quase sussurrava a música. eu fiquei hipnotizada olhando os braços, as mãos, os dedos, a boca. cada palavra que ele cantava me encantava e me cativava. tinha ombros sensuais e a blusa folgada que usava dava um ar ainda mais sexy.
fechei os olhos e deixei a música me levar. a brisa suave estava fria e eu me arrepiei. não sei se de frio ou emoção. havia dias que eu pensava naquele homem e agora ele estava ali na minha frente, a minha disposição.
fiquei sem graça com meus pensamentos. quem sabe se ele queria alguma coisa comigo? ele era mais novo, deve ser comprometido, nada me garantia que ele estava interessado. mas pela maneira como me olhou senti que sim , ele também me queria.
para ficar mais a vontade tirei o sapato. gosto da sensação de pés descalços. sem querer meus pés tocaram suas pernas. imediatamente senti seu corpo arrepiar. deixei o pé lá, encostado displicentemente.
muito lentamente ele foi chegando cada vez mais perto. até chegar o ponto que entre nós havia somente o violão. sem falar nada, ele largou o instrumento e me puxou em sua direção. segurou meu pescoço e beijou minha boca.

foi um beijo profundo. nossas línguas se entrelaçaram, se provaram.
senti meu coração palpitar. parecia que ele já conhecia minha boca. seus lábios me envolviam, eram macios e perfeitos.
suas mãos seguravam meu rosto. ele queria me engolir, sentir cada parte de mim. e eu também queria.
nossos beijos ficaram ainda mais quentes. eu não pensava em mais nada, apenas em sentir aquele homem me querendo.
ele beijou meu pescoço, meus ombros, meu colo. puxou meu decote e me olhou nos olhos com um sorriso nos lábios. eu olhei de volta e nada disse. ele entendeu que era a permissão para ir em frente.
puxou meu decote para baixo e meus seios saltaram para fora do vestido. meus mamilos duros sentiram a língua dele. ele provava como se fosse um doce. delicadamente lambeu, rodeou a língua por eles. em um seio passava a palma da mão sentindo meu prazer crescer. com a boca chupava o outro, mamando com muita vontade.
depois passou a chupar os dois, apertando com as mãos. eu me entregava sentindo o cheiro de seu cabelo.
logo ele voltou a beijar minha boca e fomos deitando na relva. ele ficou em cima de mim, eu sentia a grama em minha pele.
ele levantou meu vestido, admirou minha calcinha e sorriu novamente. aos poucos tirou minha calcinha e pode ver meu sexo. tocou devagar. admirou longamente e finalmente abriu minhas pernas.
foi com sede para o meio delas. lambeu, chupou, cheirou. passava  língua na virilha, voltava para o clitóris, se enfiava em mim. gemia baixinho, ele realmente estava adorando estar ali.
quanto mais ele se esforçava mais eu sentia prazer. ver aquele homem me provando, sentindo prazer com meu gosto, com meu cheiro, estava me deixando louca. eu rebolava na cara dele e ele se enfiava mais ainda.
me enlouqueceu com a língua mais safada do mundo. eu fiquei completamente molhada.
ele então levantou e tirou as calças. ficou apenas com a camisa folgada. eu sentei na sua frente. seu pau duro ficou na altura do meu rosto. não tive dúvidas, ajoelhei e pude sentir ele todo na minha boca.
ele enfiou o pau na minha garganta. puxava meu cabelo e se entregava. eu chupei com vontade, provei cada centímetro. lambia e segurava com força. ficamos assim até sentir que ele latejava e ia explodir de prazer.
ele segurou meu rosto e mandou eu ficar de quatro pra ele.
eu fiquei de quatro na grama, sentindo pequenas pedrinhas furando meu joelho. mas eu queria estar ali ao ar livre, sentindo a brisa me arrepiar, e sentindo aquele homem entrando em mim.
ele me possuiu com tesão, com força. segurava minha cintura e me puxava em sua direção. eu sentia seu pau nas minhas entranhas. ele gemia, eu também, quase gritava de tanto prazer.
empinei a bunda pra ele entrar ainda mais em mim. eu o sentia inteiro. nosso ritmo foi ficando cada vez mais rápido.
gozamos os dois ali, eu de quatro e ele ajoelhado atrás de mim.
ele me abraçou por trás e ficamos sentindo a respiração um do outro.
caímos os dois na grama e começamos a rir. estávamos felizes.
demos as mãos e ficamos um tempo observando o céu que escurecia em cima de nós.
– quero mais. muito mais. disse ele.
– também quero meu querido.
– madame, me beija?

eu o beijei profundamente. foi um beijo mais languido, sem a fome inicial  que nos consumiu.
ele olhou bem fundo nos meus olhos e me beijou novamente. deitei em seu peito e ficamos assim por mais um tempo. meus pés acariciavam suas pernas.
uns pingos de chuva chegaram.
rapidamente levantamos e nos vestimos.
fomos correndo até minha casa, mas não conseguimos escapar da chuva.
a tempestade nos pegou. ficamos completamente molhados.
ao entrar em casa meu tapete ficou encharcado.
pra tirar o frio, fui direto para o banheiro, para um banho quente.
ele foi junto.
ah minha querida elizabeth, foi o melhor banho da minha vida. já já te conto...


(...) continua

sábado, 14 de dezembro de 2013

a carta que recebi de corelli


 

meu querido h. adams. recebi uma carta na semana passada que me tirou o fôlego. 

marcos corelli escreveu. depois de tantos anos. olha o que ele disse:

“minha querida madame red, meus pensamentos me levaram a lembrar da primeira noite em que nos imaginei juntos. era uma noite escura e chuvosa.
eu estava cansado, me joguei na cama e logo adormeci. sem me dar conta, sua imagem invadiu meus sonhos como um furacão. foi um sonho desordenado que desconheço como se iniciou. lembro-me apenas de vê-la sentada em uma cama grande, vestindo uma lingerie vermelha. eu me sentava próximo a você , acariciava seus ombros brancos com a ponta de meus dedos e beijava vagarosamente a nuca. sentia a mulher extremamente sensual que é.
seus cabelos curtos e ruivos, pernas grossas e torneadas, me deixam louco. seu nariz fino, lábios sempre pintados de vermelho e um olhar que se perde entre a sedução e o mistério me fazem perder o fôlego.
meu sonho continuou comigo desabotoando seu sutiã e abraçando-a por trás, enquanto vagava as palmas de minha mão em seus seios. em seguida, você me jogou na cama e subiu em meu corpo, beijou e lambeu meu pescoço e meu peito. eu já podia sentir seu perfume doce e quente, assim como seu o calor.. mas tudo isso não durou muito. algo me assustou e acordei no meio daquela madrugada.
senti que minha alma ainda estava com você e desejava com todo meu ser que estivesse ao meu lado na cama aquela noite.
ah madame, saiba que sempre que eu a via meu corpo balançava e meu coração disparava.

lembra, minha querida, de uma bela tarde de outono que resolvi fazer uma visita inesperada? foi com o coração na mão que bati na porta. você demorou a dar sinal de vida, e quando eu já estava indo embora, a porta se abriu. você usava uma roupa típica de ficar em casa no feriado. calção curto, regata branca e chinelo de dedos.
sorriu para mim e mandou entrar. sentei em uma ponta do sofá e você em outra, enquanto passava mais um episodio de "house" na tv.
de repente, você descalçou os chinelos e esticou as pernas, quase encostando seus pés em minha perna. não poderia ter sido um golpe mais baixo. desde criança eu gostava de pés e os seus eram perfeitos. pequenos, brancos e rosados. as unhas estavam pintadas de preto e eu podia sentir que estavam quentes. ao poucos fui me aproximando mais deles e para minha surpresa você os colocou em cima de uma das minhas pernas.
por impulso, os segurei. não falamos nada, sequer nos olhamos, afinal uma vergonha invadia meu ser. sem dizer nada, comecei a fazer massagem em seus pés e você agradeceu com um sorriso.
seus pés estavam quentes e eu queria, cada vez mais, beijá-los. sem pensar muito aproximei meu nariz perto deles para sentir seu cheiro. era maravilhoso e indescritível. você apertou meu nariz com os dedos e rindo perguntou o que eu estava fazendo. não sabendo o que dizer, apenas pedi desculpa. você percebeu meu mal estar e disparou:
- te desculpo se você der um beijo nele.

aquelas palavras me trouxeram pontadas na barriga e uma excitação imediata. sem pensar dei um longo e demorado beijo perto dos dedos. de imediato, fui tomado por um prazer incontrolável. passei a beijar e chupar cada dedo de seu pé suado. passei a língua por entre os dedos e você apenas me olhava e ria, mas podia sentir que estava, de igual modo, sentindo prazer. quando percebi isso, aumentei minha dose de devoção.
passava a língua do calcanhar à ponta dos dedos. depois dava beijos em cada dedo e cheirava-os com força. alternava entre um pé e outro. de repente, você baixou um de seus pés em minha calça e percebeu minha excitação. apertou com os dedos meu pau que estava completamente duro. eu beijava seu pé direito e com o esquerdo você me provocava.

sem poder segurar mais, abri minha calça. você baixou o outro pé e com os dois começou a me masturbar. eu estava me sentindo no paraíso com seus pés brancos e quentes em mim, subindo e descendo.
seus dedos me apertando e deslizando sobre ele. um calor percorria todo meu corpo e eu me sentia inebriado. madame, você pegou sua mão esquerda e começou a se masturbar também, dando leves gemidas de tesão.
sorria para mim, e eu já não podia aguentar. depois de alguns minutos cheguei ao meu êxtase. gozei em seus pés brancos, por entre os dedos e a sola. você olhou para mim com uma cara tomada por excitação e falou:
- que delícia, solte tudo em meus pés gostosão.
fui o que fiz com enorme excitação. minhas pernas ficaram bambas e meu corpo amoleceu. então você tirou a roupa e falou:
- eu também tenho o direito de um orgasmo justo.
subiu em mim com força. lambia meu peito e pescoço como no sonho, todavia, agora eu podia sentir o calor de sua língua passear pelo meu corpo. abracei-a forte junto de mim. você arranhava minhas costas e mordia minha orelha, gemia e sussurrava palavras de prazer. nossos corpos estavam quentes.
você cravou os dedos em meus cabelos e levou meu rosto em direção aos seus peitos. eu os beijava com delicadeza e carinho. os bicos dos seus seios estavam duros e eu os circundava com minha língua e lábios.
ah madame, você explodiu em tesão e prazer. depois, abaixou minha cabeça, abriu as pernas e fez eu lambe-la por inteira.
- me chupe forte. - disse enquanto segurava minha cabeça próximo as suas virilhas que transbordavam de suor e tesão. eu fazia o que você mandava. beijava sua boceta e lambia seu clitóris vagarosamente. chupava-o e lambia com prazer e devoção. não demorou muito e você se molhou toda. descontroladamente, molhou minha boca e rosto. senti um tesão fora do comum em vê-la assim, caída de um incontrolável prazer.
na minha memória depois disso conversamos horas. a noite chegou e dormimos juntos, bem agarrados. pela manhã, acordei e escutei o chuveiro ligado. fui até o banheiro e a vi se ensaboando com o corpo completamente nu. passeava vagarosamente o sabonete pelos seios, pescoço, virilha. senti meu corpo explodir de tesão em vê-la. tirei a roupa e me juntei a você.
nos abraçamos forte, enquanto a água morna do chuveiro salpicava em nossos ombros. você pegou em meu pau com a mão esquerda e começou a me masturbar. logo após, eu a virei de costas e encostei-a na parede. transamos naquele momento. a cada longa e vagarosa metida, você gemia alto e me dava mais prazer.
quando estava quase gozando,você se virou, abaixou e colocou meu pau em sua boca quente, doce e deliciosa. chupava-o devagar e com prazer enquanto a água escorria por nossos corpos sedentos de amor.
não demorei a gozar . me senti no paraíso.
minha vida nunca mais foi a mesma depois desse dia. repetimos a dose uma ou duas vezes. nos nossos últimos encontros passou você passou lente condensado em seus pés e ofereceu-os para que eu os lambesse. o leite se espalhava por entre os dedos e escorria até o calcanhar. eu os lambia com muita devoção e prazer, aproveitando cada segundo desses momentos impares e sublimes.
depois da experiência com o leite, passamos a usar bolo de chocolate. você pisava nele e dava para eu comer os pedaços em seus pés. era cada dia mais delicioso. no final sempre fazíamos um footjob e eu gozava para valer em seus pés. eu me sinto extremamente feliz e livre ao lembrar tudo isso. ah madame, por favor, lembre de mim. escreva. espero ansiosamente".

MARCOS CORELLI